Um morador da Zona Sul de São Paulo foi levado à delegacia quatro vezes em um período de sete meses após ser confundido com um foragido da Justiça. As abordagens ocorreram em diferentes situações do cotidiano, como ao sair de casa, durante o trabalho e ao acompanhar um familiar em atendimento médico.
Segundo relatos, o erro estaria ligado ao sistema de reconhecimento facial utilizado na capital paulista, que identificou o homem como suspeito de um homicídio ocorrido em outro estado. Apesar das semelhanças no nome, há diferenças em dados pessoais, como idade e filiação.
A defesa afirma que já solicitou a correção das informações junto aos órgãos responsáveis, mas o problema não foi solucionado, o que resultou em novas abordagens policiais. O caso levanta questionamentos sobre a confiabilidade e a atualização dos dados utilizados por sistemas de monitoramento.
Em nota, autoridades informaram que a inconsistência foi comunicada e que medidas estão sendo adotadas para corrigir o cadastro. Enquanto isso, o morador relata preocupação constante com a possibilidade de novas detenções indevidas.






