O comércio ilegal de canetas emagrecedoras sem registro no Brasil se consolidou como uma atividade estruturada na fronteira com o Paraguai. A venda ocorre tanto em pontos físicos quanto por meio de intermediários que organizam a distribuição para diferentes estados brasileiros.
Investigação identificou que parte da operação envolve transporte fracionado das mercadorias, com pessoas atravessando a fronteira carregando diversas unidades. O destino final inclui grandes cidades, onde os produtos são revendidos a consumidores e influenciadores digitais.
Além da atuação presencial, os vendedores utilizam grupos privados em aplicativos de mensagens para coordenar a logística do contrabando. Nesses canais, são divulgadas informações em tempo real sobre fiscalizações e orientações para evitar apreensões.
Especialistas e autoridades sanitárias alertam que medicamentos adquiridos sem controle podem ter composição desconhecida ou estar contaminados. O uso sem acompanhamento médico pode provocar efeitos adversos graves, reforçando a avaliação de que o contrabando dessas substâncias já representa um problema de saúde pública.






