O Spotify informou que desativou contas utilizadas por um grupo responsável pela extração não autorizada de arquivos e dados do seu catálogo musical. A empresa afirmou que a ação envolveu a cópia de um grande volume de músicas e metadados disponíveis no serviço de streaming.
Segundo a plataforma, o método utilizado foi o chamado scraping, técnica que permite coletar conteúdos e informações diretamente do sistema. Apesar da dimensão do material copiado, o Spotify esclareceu que nenhuma conta de usuário foi comprometida e que não houve acesso a dados pessoais.
O grupo envolvido alegou ter reunido dezenas de milhões de faixas e informações associadas, com o objetivo declarado de criar um arquivo aberto de preservação musical. A empresa, no entanto, destacou que esse tipo de prática viola direitos autorais e as regras de uso do serviço.
Em nota, o Spotify afirmou que adotou medidas adicionais de proteção e segue monitorando atividades suspeitas na plataforma. A empresa reiterou que atua em conjunto com parceiros do setor para combater a pirataria e proteger os direitos de artistas e detentores de conteúdo.





