O Ministério Público de Santa Catarina instaurou um procedimento preparatório para investigar a conduta do delegado-geral da Polícia Civil do estado, Ulisses Gabriel, no caso envolvendo a morte do cachorro comunitário conhecido como Orelha, ocorrido em Florianópolis.
A apuração está sob responsabilidade da 40ª Promotoria de Justiça da Capital, que atua no controle externo da atividade policial. Segundo o MP, a medida foi adotada após o recebimento de diversas representações relacionadas à postura do delegado durante a condução e a comunicação do caso.
O procedimento vai avaliar se há elementos suficientes para a abertura de um inquérito civil, que pode resultar em medidas judiciais. Paralelamente, outras promotorias solicitaram diligências complementares, incluindo novas oitivas e a análise de materiais como registros em vídeo e boletins de ocorrência.
Em nota, Ulisses Gabriel afirmou que não foi formalmente notificado sobre a investigação e declarou estar tranquilo quanto à atuação do Ministério Público. Ele negou irregularidades, disse que não participou diretamente das investigações e ressaltou que as informações divulgadas por ele eram de conhecimento público.






