O Ministério Público do Rio de Janeiro deflagrou, nesta quinta-feira (29), a segunda fase da Operação Pretorianos, voltada à investigação da atuação de policiais na segurança armada do contraventor Rogério Andrade. Embora alvo de mandado de prisão, ele já se encontra detido por outro processo criminal.
Durante a operação, dois policiais militares aposentados foram presos por suspeita de integrar a estrutura de proteção do contraventor. Segundo a investigação, eles prestavam serviços diretos de segurança pessoal a Rogério Andrade e a familiares.
O Grupo de Atuação Especializada de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) apresentou denúncia por organização criminosa, exploração ilegal de jogos de azar e corrupção ativa. A acusação foi aceita pela 1ª Vara Especializada em Organização Criminosa da capital fluminense.
De acordo com o Ministério Público, um dos policiais presos teria subornado agentes da ativa para obter informações sigilosas e interferir em ações policiais contra grupos rivais. A Corregedoria da Polícia Militar acompanhou o cumprimento dos mandados.






