A Justiça do Rio de Janeiro determinou a soltura de Monique Medeiros nesta segunda-feira (23), após o adiamento do julgamento no caso envolvendo a morte do menino Henry Borel. A decisão ocorreu depois que a sessão do júri foi interrompida.
O julgamento foi suspenso após a saída dos advogados de Dr. Jairinho durante o plenário, o que levou à dissolução do conselho responsável pela análise do caso.
Ao justificar a medida, a magistrada destacou que Monique e sua defesa estavam presentes e prontas para o julgamento, não tendo responsabilidade pelo adiamento. Dessa forma, a manutenção da prisão foi considerada indevida diante do prolongamento do processo.
Apesar da liberação da acusada, a Justiça manteve a prisão preventiva de Jairinho. O caso segue sem nova data definida para julgamento, enquanto os dois continuam respondendo por crimes como homicídio qualificado, tortura e fraude processual.






