Um jovem de 22 anos, natural de Cascavel, no oeste do Paraná, embarcou para a Ucrânia em novembro de 2025 com o objetivo de atuar como voluntário na guerra em curso no país. A decisão só foi comunicada à família quando ele já estava no aeroporto, pouco antes da viagem.
Antes de deixar o Brasil, o jovem havia servido como reservista do Exército Brasileiro em uma unidade militar de Cascavel. Após o período no serviço militar, passou a trabalhar como vigilante em empresas de segurança privada. Atualmente, ele permanece em território ucraniano, sem divulgação da localização exata por questões de segurança.
Familiares relataram que receberam a notícia com surpresa e apreensão. Apesar do impacto inicial, a família passou a acompanhar a situação à distância, mantendo contato sempre que possível e demonstrando preocupação com a integridade física do jovem.
Em junho deste ano, o Ministério das Relações Exteriores emitiu um alerta recomendando que brasileiros recusem propostas de participação voluntária em conflitos armados no exterior. Segundo o órgão, há aumento de casos de mortes e dificuldades para interromper contratos militares, além de limitações na assistência consular nesses contextos.





