Uma empresária de 27 anos, moradora de Atibaia, no interior de São Paulo, está grávida do primeiro filho e vive em uma relação poliafetiva ao lado do marido e de outras cinco mulheres. O grupo mora junto e compartilha a rotina doméstica e afetiva em um modelo que eles definem como uma família poliafetiva.
O relacionamento envolve um homem de 36 anos e seis mulheres, com idades entre 20 e 30 anos. Apesar de viverem juntos, apenas uma das mulheres é legalmente casada com ele, já que a legislação brasileira não permite casamento civil com múltiplos cônjuges. Ainda assim, o grupo planeja uma cerimônia simbólica para celebrar a união.
A gravidez foi planejada e conta com o apoio das demais integrantes da casa, que afirmam dividir responsabilidades relacionadas à criação da criança. Segundo a empresária, todas participam ativamente do cotidiano familiar, incluindo decisões financeiras e organização da casa.
O grupo mantém um perfil nas redes sociais onde compartilha o dia a dia da convivência e aborda temas relacionados a relacionamentos não tradicionais. Eles relatam enfrentar preconceito, especialmente em situações sociais e na organização do casamento simbólico, mas afirmam que seguem o modelo por escolha e consenso entre todos os envolvidos.






