A mulher encontrada morta nas proximidades de um lixão em Praia Grande, no litoral de São Paulo, teve a vida profundamente afetada pelo uso de drogas ao longo da última década. Segundo relatos de familiares e amigos, ela enfrentava a dependência química há cerca de dez anos e vivia em situação de rua desde 2019.
O corpo foi localizado na calçada da Avenida dos Trabalhadores, no bairro Sítio do Campo. De acordo com informações registradas pela polícia, não havia indícios aparentes de violência. A vítima não portava documentos no momento do encontro, mas foi reconhecida posteriormente pelo pai.
Conhecidos relataram que, antes do agravamento do vício, a mulher levava uma vida social ativa e mantinha vínculos familiares. Com o passar do tempo, no entanto, o uso de entorpecentes teria provocado mudanças significativas em sua aparência e em seu comportamento, culminando no rompimento de laços e no afastamento da família.
O caso foi registrado como morte suspeita e encaminhado para investigação. A situação reacende o debate sobre a falta de políticas públicas eficazes voltadas ao tratamento e à reinserção social de pessoas em situação de dependência química.





