Ação contra Mauro Cid transita em julgado no STF; defesa pode pedir reconhecimento de pena cumprida

O processo do tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), transitou em julgado no Supremo Tribunal Federal (STF) nesta terça-feira (28).

Com isso, a defesa de Cid poderá pedir que a pena de dois anos em regime aberto seja reconhecida como já cumprida. O militar ficou mais de dois anos preso e também esteve submetido a medidas cautelares. A defesa de Cid foi a única entre os réus a não apresentar recurso contra o acórdão do julgamento, o que tornou definitiva a decisão.

Em setembro, os advogados do tenente-coronel já haviam solicitado a retirada da tornozeleira eletrônica e o reconhecimento do cumprimento da pena, mas o ministro Alexandre de Moraes, relator do caso, afirmou que o pedido seria analisado apenas após o trânsito em julgado.

A condenação de Cid foi resultado do processo que apurou a participação de militares e aliados de Bolsonaro em uma suposta tentativa de golpe de Estado.

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