O governo federal divulgou uma nova atualização do cadastro conhecido como “lista suja” do trabalho escravo, que reúne empregadores responsabilizados por submeter trabalhadores a condições degradantes. A versão mais recente adicionou 169 novos nomes ao documento.
Do total incluído, 102 são pessoas físicas e 67 correspondem a empresas. Com a atualização, o número de empregadores listados chega a cerca de 613. Entre os novos registros está o cantor Amado Batista.
As ocorrências envolvem casos registrados entre 2020 e 2025 em diferentes regiões do país, abrangendo 22 unidades da federação. Ao todo, 2.247 trabalhadores foram resgatados nessas situações. Entre as atividades com maior número de ocorrências estão o trabalho doméstico, a pecuária, o cultivo de café e a construção civil.
A atualização também retirou 225 empregadores que cumpriram o período de dois anos previsto no cadastro. A lista é publicada semestralmente pelo Ministério do Trabalho e tem como objetivo dar transparência às ações de fiscalização e combate ao trabalho em condições análogas à escravidão.






