A influenciadora Rita Ephrem morreu aos 31 anos na última quinta-feira (26), em São Paulo, após enfrentar uma condição autoinflamatória rara e ainda sem diagnóstico definido. O quadro de saúde também incluía imunodeficiência, o que comprometeu severamente seu sistema imunológico ao longo dos anos.
Os primeiros sintomas surgiram quando ela tinha cerca de 25 anos, com episódios frequentes de febre alta, dores pelo corpo e alterações fisiológicas. Após uma série de exames, incluindo testes genéticos, foi identificada uma doença rara ainda não catalogada, o que dificultou o tratamento e o acompanhamento médico adequado.
Durante a evolução da doença, Rita enfrentou diversas complicações graves, incluindo acidentes vasculares cerebrais, infecções generalizadas, tromboses e múltiplas internações prolongadas. Ela chegou a passar longos períodos hospitalizada e foi submetida a diversos procedimentos intensivos, o que resultou em limitações físicas e dependência de suporte respiratório.
Nas redes sociais, onde reunia centenas de milhares de seguidores, a influenciadora compartilhava sua rotina de tratamento e usava sua visibilidade para falar sobre doenças raras. A morte gerou grande repercussão e mobilizou mensagens de apoio à família e homenagens de seguidores e personalidades.






