A procuradora-geral dos Estados Unidos, Pam Bondi, foi acusada por parlamentares de ocultar nomes de pessoas influentes associadas ao financista Jeffrey Epstein durante a divulgação de arquivos oficiais da investigação. As críticas foram feitas em uma audiência marcada por tensão na Câmara dos Representantes.
Durante a sessão, deputados questionaram a atuação do Departamento de Justiça na liberação dos documentos e apontaram falhas no cumprimento de uma lei federal que determina a divulgação quase integral do material. Parlamentares alegaram que partes relevantes teriam sido suprimidas de forma indevida.
Um dos pontos centrais do debate envolveu a ausência inicial do nome do empresário Leslie Wexner em um documento do FBI que listava possíveis cúmplices. Bondi afirmou que o erro foi corrigido rapidamente e que o nome constava em outros arquivos já tornados públicos.
O Departamento de Justiça informou que mais de três milhões de páginas foram divulgadas recentemente e justificou cortes e retenções com base em sigilo legal e proteção às vítimas. Wexner, ex-dirigente do grupo L Brands, nega qualquer envolvimento em crimes e não é alvo de acusações criminais.






