Polícia aponta intoxicação por cloro adulterado em morte em piscina de academia em SP

A Polícia Civil de São Paulo informou que a mulher que morreu após passar mal em uma piscina de academia na Zona Leste da capital foi vítima de intoxicação causada por cloro adulterado. A confirmação foi feita nesta segunda-feira (9) durante coletiva de imprensa.

Segundo as investigações, o produto utilizado no tratamento da água estava misturado a uma substância ainda não identificada. O caso ocorreu durante uma aula de natação em uma academia no bairro Parque São Lucas, onde alunos relataram forte cheiro químico e sintomas como ardência nos olhos, dificuldade para respirar e vômitos.

A vítima, Juliana Faustino Bassetto, de 27 anos, chegou a ser socorrida e levada a um hospital da região, mas não resistiu após sofrer uma parada cardíaca. Outras quatro pessoas precisaram de atendimento médico, sendo duas encaminhadas à UTI, incluindo um adolescente de 14 anos.

A academia foi interditada preventivamente por irregularidades administrativas e falhas de segurança. A polícia investiga possíveis responsabilidades criminais e apura indícios de negligência no manuseio dos produtos químicos utilizados na piscina.

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