Rússia e China condenaram, nesta segunda-feira (5), a ação militar dos Estados Unidos na Venezuela que resultou na captura do presidente Nicolás Maduro. As manifestações ocorreram durante uma reunião de emergência do Conselho de Segurança das Nações Unidas, convocada para discutir a legalidade da operação.
Representantes russos afirmaram que a ofensiva viola normas do direito internacional e pediram a libertação imediata de Maduro. Moscou também declarou que a iniciativa norte-americana ameaça a soberania venezuelana e pode gerar instabilidade regional.
A China também se posicionou contra a ação, classificando a operação como abuso de poder. O representante chinês afirmou que nenhum país pode agir como autoridade policial internacional e alertou para os riscos à paz global e à segurança da América Latina.
Os Estados Unidos defenderam a operação, afirmando que se trata de uma ação de cumprimento da lei. Já a Venezuela solicitou ao Conselho de Segurança medidas para garantir o respeito à sua soberania e evitar a apropriação de seus recursos naturais.





