Documentos divulgados recentemente pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos revelam a menção a um “grande grupo brasileiro” em um depoimento prestado ao FBI no âmbito das investigações sobre o bilionário Jeffrey Epstein. O material integra milhares de arquivos tornados públicos após determinação do Congresso americano.
A referência aparece em anotações manuscritas de uma entrevista realizada em maio de 2019 e trata de possíveis vítimas levadas para encontros sexuais organizados pelo criminoso. Grande parte do conteúdo está sob tarjas, o que impede a identificação de pessoas, locais ou a compreensão completa do contexto das citações.
Os documentos também descrevem critérios impostos por Epstein em relação às jovens apresentadas, incluindo preferência por menores de idade e rejeição a garotas consideradas “latinas ou de pele escura”. Há ainda menções a uma modelo que teria vindo do Brasil e a eventos descritos como festas ou desfiles brasileiros, sem detalhes adicionais.
As informações fazem parte de um conjunto maior de provas reunidas ao longo de anos por autoridades americanas. Até o momento, não há confirmação oficial sobre a identidade dos brasileiros mencionados nem indícios de abertura de investigação específica no Brasil com base nesses novos documentos.





